Participação Especial no INPUTZ

21 de março de 2006

Ouça nossa participação!
Nos ultimos dias houve grande aumento de trabalho. Este é um dos motivos de estarmos muito sobrecarregadas.
Desta forma vamos atrasar um pouco o episódio 11, mas enquanto isto, vocês podem ouvir o episódio do www.inputz.com
onde fizemos uma particiação especial.
Link direto para o MP3!
Além disto, a sócia da Mila (a Mônica Andrade) esta internada no hospital, porque caiu do cavalo e quebrou 5 costelas e perfurou o pulmão. Esta tudo sob controle, mas a Mila tem que trabalhar dobrado.

Episódio 10 - Google Drive, GDrive e Google Page Creator

9 de março de 2006


Link direto para Episódio 10, em MP3: click aqui.

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 1) Google Page Creator? O que é?

 2) O que é preciso ter pra usar o Page Creator?

 3) Criar um site inteiro? Pode ter múltiplas páginas?

 4) Tratamento especial para indexar nas primeiras posições paginas criadas no Page creator?

 5) Tem templates? Pode-se mudar a cara do site?

 6) Pode-se adicionar email de contato, links, inserir imagens?

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Link direto para Episódio 10, em MP3: click aqui.

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 1) Google Page Creator? O que é?

 2) O que é preciso ter pra usar o Page Creator?

 3) Criar um site inteiro? Pode ter múltiplas páginas?

 4) Tratamento especial para indexar nas primeiras posições paginas criadas no Page creator?

 5) Tem templates? Pode-se mudar a cara do site?

 6) Pode-se adicionar email de contato, links, inserir imagens?

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 NOTÍCIA QUENTE

 Google Drive. GDRIVE.

 1) Que história é essa que aconteceu no dia 2 de março?

 2) Parece até que um filme antigo, previu que isto aconteceria…

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 A rede americana ABC lança suas séries em formato de videocast.

 Rumores:

 Apple juntamente com a ATI pretende lançar um DVR ( DIGITAL VIDEO

 RECORDER) ( similar ao TIVO) já em setembro deste ano

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 Especial Dia das Mulheres

 Hoje faremos um episódio especial homenageando as mulheres que lutam

 não somente 1 dia, mas TODOS DIAS para cuidar da casa, dos filhos e

 trabalhar.

 Tudo o que queremos é ganhar dinheiro, emagrecer e ser amada. É só isso

 que a gente quer. Para algumas mulheres a unica variavel é ordem das

 cosias que eu citei…

 Comentaremos alguns furos e foras, fofocas, e todas estas coisinhas que mulher adora falar e ouvir.

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 BRONCA NOS OUVINTES

 Ficamos tristes porque na semana do carnaval, nos matamos de trabalhar e ainda arranjamos tempo para gravar nosso podcast.

 Será que nossos ouvintes foram todos brincar carnaval e por isto recebemos poucos emails ?

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 Links Comentados:

 Google Drive - armazenagem infinita.

 Robin Sloan e Matt Thompson: filme “Epic 2015″

 GDrive, Google e os rumores do 100% Store

 Saiba mais sobre Google Page Creator

 TRYAD - Public Domain e a música My Piano Sings de Joana Smith

 ABC podcast

 Asnário - Perolas de TI

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 Doações

 Ligia Aparecida Oliveira e Silva (Mãe da Marília)

 Itau - ag. 4459 / conta 01077-5

 CPF 062.623.978-84

 Telefone: 016-3975-1133

Episódio 9 - Basecamp, BackPack, Ta-da list, Writeboard e Campfire

2 de março de 2006


Link direto para Episódio 9, em MP3: click aqui.

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 Falamos sobre a empresa 37signals.com

 Jason Fried é um dos criadores de um pequena empresa (5 ou 6 pessoas). Eles possuem 5 produtos web based: Basecamp, Backpack, WriteBoard, Ta-da list, e o novíssimo CampFire.

 Basecamp logoBasecamp é de longe o mais famoso. Esta é uma aplicação online que gerencia projetos colaborativos. Oferece integração completa entre listas de coisas a fazer, quadro de recados, agenda de compromissos, textos colaborativos e troca de arquivos.

 1) O quanto grande é a 37signals.com

 Total de 7 pessoas, 5 estão em Chicago, 1 Nova York, 1 Utah. Destas 7 pessoas, 4 são programadores e são 3 designers.
Jason conta que em meados de 1999 eles desenvolviam como software; e somente recentemente, em 2004, eles começaram a desenvolver as aplicações onlines.

 Basecamp é um bom exemplo de aplicação online.

 Eles desenvolveram o Basecamp para controlarem os próprios os clientes, pois em 2004 eles não haviam encontrado uma aplicação que rodasse online, e realizasse o que eles desejavam.

 Emails vão bem até um certo ponto. Depois, não é possível controlar um projeto com várias pessoas trabalhando colaborativamente, utilizando somente os emails.

 2) Como é que funciona o Basecampú

 É um serviço online, no qual você faz uma assinatura (subscribe).

 Versões: Free, 12 dólares, 24 dólares, 49 dólares, 99 dólares por mês.

 Existem versões free de todas as aplicações que eles oferecem.

 3) Quando foi que eles sentiram que era hora de deixar de ser uma empresa de webdesigner, e migrar para serviços online?

 Começaram em fevereiro de 2004, oferecendo o Basecamp gratuito e não tinham idéia que o negócio crescesse tanto.

 Eles imaginavam ganhar XX dólares por mês, e projetaram um valor anual. Em 5 semanas, eles atingiram a meta anual.

 4) Como foi que as pessoas e internautas descobriram o Basecampú

 Foi no boca a boca, no Google AdWords, na Blogsfere e por pessoas que usavam o Basecamp e e divulgavam o produto em seus próprios blogs…

 5) Basecamp foi feito em Ruby on Rails?

 Sim, foi a primeira aplicação a ser desenvolvido no open-source Ruby on Rails. Ele explica que os dois nascem juntos, pois o Ruby veio da necessidade de automatiar códigos. Aconteceu por acidente, não pretendiam criar um web framework.
6) O que é o Ruby on Rails?

 É uma web aplication, nova biblioteca para aplicações Web, uma série de ferramentas que rodam em cima de linguagem de programação, permite que se realize facilmente tarefas comuns para programadores. Por ex., facilita a criação de um sistema de login, facilita criar sistema de posts para blogs, comentários e categorias para blogs. Estas tarefas, são comuns em diferentes projetos.

 O Ruby, nas palavras do seu criador, “é uma linguagem de scripting interpretada para tornar a programação orientada a objetos fácil e rápida”. Conceitualmente, o Ruby combina as melhores características de linguagens como Perl, Python, e Smalltalk. Da primeira, ele possui a praticidade. Da segunda, a facilidade. E da terceira, a simplicidade e o poder.

 Originada no Japão nos anos 90, a linguagem permaneceu relativamente desconhecida até que Dave Thomas e Andy Hunt ófamosos pelos seus livros sobre programação pragmáticaóse apaixonaram por ela, lançaram um livro sobre a linguagem e começaram a evangelizar o mundo inteiro sobre o caminho Ruby. A falta de documentação em inglês ainda é o maior empecilho para a disseminação do Ruby mas isso está sendo pragmaticamente resolvido à medida que a linguagem ganha maior aceitação.

 O Rails é uma biblioteca para a criação de aplicações Web baseadas em bancos de dados. Nada especial no fato de ser uma biblioteca assim. Afinal de contas, existem milhares dessas bibliotecas para a criação de aplicações Web em centenas de linguagens diferentes, algumas com excelente penetração de mercado. É só olhar para o mundo Java para perceber isso.

 Ta-da List logo7) Ta-da List

 Lista de coisas a fazer. É um software muito fácil de usar.

 Fácil compartilhar lisas Ta-da com outros usuários. “There’s no easier way to get things done.”

 Writeboard logo 8) Writeboard: lets you write, share, revise, and compare text solo or with others.

 Usado por: autores, jornalistas, editores, bloggers, freelancers e escritores independentes. “Letter writers, songwriters, poets, comedians, creatives.”

 Campfire logo9) Campfire: Chat colaborativo, projetado especialmente para que grupos façam chats.

 “Brings simple group chat to the business setting. Instant messaging is great for quick 1-on-1 chats, but it’s miserable for 3 or 4 or 7 or 15+ people at once. Campfire solves that problem and plenty more. Discover why Campfire is better for group chat than conventional instant messaging. Dick Costolo of Feedburner said, ?¨Once you start using Campfire you won’t remember how you got by without it. There’s no better tool for business instant messaging.?Æ

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 Eles acreditam que os softwares têm que ser simples, têm que praticamente devem não “existir”, não atrapalhar a comunicação entre os usuários e as tecnlogias. Eles dizem que os softwares, hoje em dia, estao se tornando cada vez mais complexos.

 Desenvolvedores! Menos característiscas, por favor! Quanto menos específico seu software for, maior o mercado existe para ele.

 Afirmam que softwares online, funcionam muitíssimo bem para projetos colaborativos.

 Eles são o oposto da Microsoft, mas estao fazendo o que a Microsoft queria, que é cobrar um valor mensal para acessar um serviço online.

 Aliás, um o outro WEB2.0 chamado Writelly, tira o sono de Bill Gates. Mas, isto é outra historia!

 . . . . . . . . . . . . . .

 Escute: Various ArtistsVarious Artists - Wakka Chikka Wakka Chikka: Porn Music For The Masses.

 Ici la Femme (XXX Mix) Louise Vertigo - MP3 link direto

 Louise Vertigo está no ARCHIVE.ORG e disponibilizou suas músicas sobre licensa da Creative Commons.

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 Links comentados

 Easy Works.

 Cynthia Benini - Podcast de Sa?de e Beleza.

 Carreira Solo.

 Murundu.

 Bacteria Toys.

 Sanctuary Film.

A nova onda virtual

2 de março de 2006

Por: Kariny Gravitol
Um passo à frente dos blogs, os podcasts são programetes de áudio baixados da internet e ouvidos hoje por quase 5 milhões de pessoas no mundo
Podcast foi a palavra do ano de 2005, segundo o “New Oxford American Dictionary”, e promete ser a grande mania da internet em 2006. Trata-se da gravação digital de um arquivo sonoro (como um programa de rádio), que depois é oferecido na rede para que os interessados façam download e ouçam em seu tocador MP3, como o iPod, ou no próprio computador. Os temas são os mais variados: de comentários políticos a piadas, de dicas de tecnologia às últimas tendências da moda. Tem turma para todo mundo. Fácil de entender, portanto, porque a nova onda está roubando a popularidade dos blogs, os diários virtuais: a audiência dos podcasts passou de 820 mil internautas, em 2004, para 4,8 milhões, de acordo com a Bridge Ratings, empresa americana de pesquisa. No Brasil, o público ainda é magro e há apenas algumas dezenas de produtores na ativa. Mas já se estima que, até o final deste ano, serão 300 mil podcasts nacionais. Até 2009, devem chegar a 13 milhões.

 ”Os podcasts estão recriando o jeito de fazer rádio”, afirma Alex Primo, coordenador do Laboratório de Interação Mediada por Computador da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. “Sai a locução acelerada das FMs, para dar lugar a um bate-papo mais descontraído.” As amigas paulistas Alessandra Marfisa, de 33 anos, e Mila Jun, 34, ambas especialistas em tecnologia da informação, desenvolveram o “Elaspod”. “Queríamos fazer uma brincadeira: elas podem fazer podcast. Elas podem participar. Elas podem tudo!”, diz Alessandra. A idéia surgiu de uma conversa que as duas travavam por VoIP, tecnologia de comunicação por voz na internet, como o Skype. “Decidimos gravar nosso bate-papo, e assim surgiu o programa”, conta Mila.

 A dupla está sempre em busca de mulheres bacanas para entrevistar e de maneiras para tornar cada vez mais feminino o papo sobre tecnologia. “Fazemos a coisa de um jeito bem informal”, diz Mila. “No segundo programa, eu até comento sobre meu cabelo.” Não poderia haver toque mais feminino no meio de uma conversa sobre segurança na internet.

 

 “VICIANTE”

 Apesar de a grande maioria de podcasters (os produtores dos programas digitais) ser homem, as mulheres estão mesmo conquistando espaço nessa onda. “Pra mim, podcast não tem gênero”, diz a assistente administrativa carioca Aline Rodrigues, de 28 anos, que faz um podcast em grande parte dedicado à Fórmula 1. “Quer coisa mais masculina do que falar de Fórmula 1? E o meu pod é o único do Brasil que aborda o assunto.” Outra grande paixão de Aline que foi parar no seu programa é a música latina. “Eu conheci fuçando a internet quando fui estudar espanhol”, conta. “Agora quero dividir o que eu encontrei com os outros.” Compartilhar seus interesses transformou a carioca em um sucesso.

 Sua página recebe por dia de 20 a 30 acessos para baixar os arquivos de a?dio. Não por acaso, parar com a nova mania nem passa pela cabeça da assistente administrativa. “Fazer podcast é viciante.”

 Outra que contraria a máxima de que tecnologia é coisa da qual mulher passa longe é a curitibana Bia Kunze, de 30 anos, que não apenas é ouvinte contumaz de programas digitais - até destina um dos quatro gigabytes disponíveis em seu tocador de MP3 portátil somente para esse tipo de arquivo - como produz seu próprio podcast, o “Pod Sem Fio”. Dentista, Bia Kunze começou a se interessar por tecnologia quando ganhou de presente um PDA (computador portátil). De posse do brinquedo novo, decidiu fuçar na internet programas que pudessem ajudá-la na profissão. Acabou topando com o mundo dos podcasts e se tornando uma especialista em tecnologia sem fio.

 Seu programa é totalmente gravado e editado no celular e no PDA, muitas vezes dentro do carro, quando está parada no tr‚Äönsito. Cada vez que uma nova edição entra no ar, ela diz que recebe cerca de mil e-mails com comentários e sugestões. “O que mais estimula a continuar gravando é essa interação com os ouvintes”, afirma Bia, que por sua vez é viciada nos podcasts da série de TV americana “Lost”, a primeira a ter um programa digital oficial, para, por exemplo, divulgar novos episódios.

 

 ”Uma grande diferença do podcast para o blog é que as emissoras rapidamente perceberam no primeiro um bom potencial comercial”, diz Alex Primo. As principais rádios e redes de televisão do mundo já oferecem sua programação em podcast. Vários sites de jornais e revistas contam com podcasts de seus articulistas, comentaristas ou entrevistados.

 

 MIL E UMA UTILIDADES

 Mas não apenas os meios de comunicação detectaram o potencial da nova tecnologia. Nos Estados Unidos, padres produzem godcasts (god, em inglês, significa Deus), e políticos, como a senadora Hillary Clinton, jogam na rede seus discursos usando essa ferramenta. Em janeiro, o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, também adotou os podcasts como meio de divulgação. Até como material pedagógico eles estão sendo usados. “Durante a feira de ciências do Paraná, um grupo de crianças de escola pública fez assim a cobertura online do evento”, conta Eziquiel Menta, especialista em tecnologias da educação, convidado pelo Ministério da Educação para ensinar podcast para 10 mil professores da rede pública. Menta já havia produzido uma radionovela com seus alunos, utilizando o podcast. “As possibilidades são enormes”, diz.

 

 Como virar ouvinte

 Quem não tem um tocador de MP3 portátil pode desfrutar a novidade em seu computador mesmo, com um programa que reproduza arquivos de áudio, como o Real Player ou o Winamp. Para começar, é preciso instalar um programa agregador de RSS, um sistema de distribuição de arquivos que permite o download automático de todos os seus podcasts preferidos, como o iTunes ou o iPodder (confira a lista completa em nosso site). Ele será capaz de ler os endereços XML, uma linguagem parecida com o HTML dos sites comuns, mas que permite verificar atualizações constantemente. Com o programa instalado, é só visitar os diretórios de podcast disponíveis na rede, escolher os que deseja e fazer a assinatura, inserindo o endereço XML no seu agregador. Depois, é só abrir o arquivo com o tocador de MP3 de seu computador.

 

Bia Kunze
Dos dois lados: além de ouvinte, a dentista Bia Kunze produz seu próprio programa, o “Pod Sem Fio”

 


“Podcast não tem gênero. Quer coisa mais masculina do que falar de Fórmula 1?”