Você e sua empresa PODem!
17 de junho de 2007
14 de julho de 2006 30/05/2006 - Márcio Cots O Direito na Internet começa a tomar novos caminhos. Por determinação da Justiça do Trabalho, já é possível penhorar o “nome de domínio”, ou seja, o endereço do site de uma empresa devedora, da mesma forma que se executam seus bens e direitos para viabilizar o pagamento do empregado em ações que tratam das relações trabalhistas. De acordo com o Comitê Gestor da Internet no Brasil, ?¨nome de domínio?Æ é um direito que o usuário - no caso a empresa - tem de disponibilizar seu site na rede mundial de computadores. Desta forma, ela consegue comercializar seus produtos pela Internet, além de propagar sua marca no mundo virtual. A penhora sobre o nome de domínio significa que a FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), responsável pela oferta de endereços eletrônicos na Internet, poderá ser obrigada a bloqueá-lo ou até mesmo retirá-lo do ar, o que já vem ocorrendo em alguns casos. Como o nome do site representa um direito, ele pode ser cedido como forma de pagamento ao empregado, no caso de a empresa não ter bens ou valores penhoráveis. A penhora que recai sobre o nome de domínio é, portanto, uma medida fácil e ágil para que o trabalhador consiga receber o que lhe é devido pela firma. Porém, é difícil estabelecer um valor pecuniário para nomes de domínios, pois seu preço varia de acordo com a quantidade de acessos que o site recebe. Por outro lado, mesmo que não seja muito conhecido, o nome do domínio pode ter uma import‚Äöncia vital para a empresa. É o caso de companhias que comercializam seus produtos por meio de suas páginas na Internet. A penhora de seu nome de domínio significa a perda de um canal de vendas, representando o estrangulamento de uma de suas fontes de receita. Este embargo pode inviabilizar o negócio, dependendo do porcentual que o comércio eletrônico representa na sua renda total. Tudo isso tem sido objeto de processos na Justiça do Trabalho. Um juiz do Trabalho de São Paulo determinou que a FAPESP penhore (retire do ar) os nomes de domínio da empresa devedora processada, até que ela decida vendê-los em favor do empregado, em hasta pública, ou que eventualmente as partes venham a firmar acordo. 21 de março de 2006
Você e sua empresa PODem!
Arquivos de áudio para serem ouvidos em tocadores de MP3 ou no PC (e não apenas nos IPods, como o nome dá a entender), os podcasts surgem como forma eficiente de comunicação.Justiça do Trabalho pode pedir penhora de site
Advogado e professor de Direito da Tecnologia da Informação na FIAP ?± Faculdade de Informática e Administração Paulista e de Direito Empresarial na Faculdade MóduloParticipação Especial no INPUTZ
Nos ultimos dias houve grande aumento de trabalho. Este é um dos motivos de estarmos muito sobrecarregadas.
Desta forma vamos atrasar um pouco o episódio 11, mas enquanto isto, vocês podem ouvir o episódio do www.inputz.com
onde fizemos uma particiação especial.
Link direto para o MP3!
Além disto, a sócia da Mila (a Mônica Andrade) esta internada no hospital, porque caiu do cavalo e quebrou 5 costelas e perfurou o pulmão. Esta tudo sob controle, mas a Mila tem que trabalhar dobrado.
A nova onda virtual
2 de março de 2006
Por: Kariny Gravitol
Um passo à frente dos blogs, os podcasts são programetes de áudio baixados da internet e ouvidos hoje por quase 5 milhões de pessoas no mundo
Podcast foi a palavra do ano de 2005, segundo o “New Oxford American Dictionary”, e promete ser a grande mania da internet em 2006. Trata-se da gravação digital de um arquivo sonoro (como um programa de rádio), que depois é oferecido na rede para que os interessados façam download e ouçam em seu tocador MP3, como o iPod, ou no próprio computador. Os temas são os mais variados: de comentários políticos a piadas, de dicas de tecnologia às últimas tendências da moda. Tem turma para todo mundo. Fácil de entender, portanto, porque a nova onda está roubando a popularidade dos blogs, os diários virtuais: a audiência dos podcasts passou de 820 mil internautas, em 2004, para 4,8 milhões, de acordo com a Bridge Ratings, empresa americana de pesquisa. No Brasil, o público ainda é magro e há apenas algumas dezenas de produtores na ativa. Mas já se estima que, até o final deste ano, serão 300 mil podcasts nacionais. Até 2009, devem chegar a 13 milhões.
”Os podcasts estão recriando o jeito de fazer rádio”, afirma Alex Primo, coordenador do Laboratório de Interação Mediada por Computador da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. “Sai a locução acelerada das FMs, para dar lugar a um bate-papo mais descontraído.” As amigas paulistas Alessandra Marfisa, de 33 anos, e Mila Jun, 34, ambas especialistas em tecnologia da informação, desenvolveram o “Elaspod”. “Queríamos fazer uma brincadeira: elas podem fazer podcast. Elas podem participar. Elas podem tudo!”, diz Alessandra. A idéia surgiu de uma conversa que as duas travavam por VoIP, tecnologia de comunicação por voz na internet, como o Skype. “Decidimos gravar nosso bate-papo, e assim surgiu o programa”, conta Mila.
A dupla está sempre em busca de mulheres bacanas para entrevistar e de maneiras para tornar cada vez mais feminino o papo sobre tecnologia. “Fazemos a coisa de um jeito bem informal”, diz Mila. “No segundo programa, eu até comento sobre meu cabelo.” Não poderia haver toque mais feminino no meio de uma conversa sobre segurança na internet.
“VICIANTE”
Apesar de a grande maioria de podcasters (os produtores dos programas digitais) ser homem, as mulheres estão mesmo conquistando espaço nessa onda. “Pra mim, podcast não tem gênero”, diz a assistente administrativa carioca Aline Rodrigues, de 28 anos, que faz um podcast em grande parte dedicado à Fórmula 1. “Quer coisa mais masculina do que falar de Fórmula 1? E o meu pod é o único do Brasil que aborda o assunto.” Outra grande paixão de Aline que foi parar no seu programa é a música latina. “Eu conheci fuçando a internet quando fui estudar espanhol”, conta. “Agora quero dividir o que eu encontrei com os outros.” Compartilhar seus interesses transformou a carioca em um sucesso.
Sua página recebe por dia de 20 a 30 acessos para baixar os arquivos de a?dio. Não por acaso, parar com a nova mania nem passa pela cabeça da assistente administrativa. “Fazer podcast é viciante.”
Outra que contraria a máxima de que tecnologia é coisa da qual mulher passa longe é a curitibana Bia Kunze, de 30 anos, que não apenas é ouvinte contumaz de programas digitais - até destina um dos quatro gigabytes disponíveis em seu tocador de MP3 portátil somente para esse tipo de arquivo - como produz seu próprio podcast, o “Pod Sem Fio”. Dentista, Bia Kunze começou a se interessar por tecnologia quando ganhou de presente um PDA (computador portátil). De posse do brinquedo novo, decidiu fuçar na internet programas que pudessem ajudá-la na profissão. Acabou topando com o mundo dos podcasts e se tornando uma especialista em tecnologia sem fio.
Seu programa é totalmente gravado e editado no celular e no PDA, muitas vezes dentro do carro, quando está parada no tr‚Äönsito. Cada vez que uma nova edição entra no ar, ela diz que recebe cerca de mil e-mails com comentários e sugestões. “O que mais estimula a continuar gravando é essa interação com os ouvintes”, afirma Bia, que por sua vez é viciada nos podcasts da série de TV americana “Lost”, a primeira a ter um programa digital oficial, para, por exemplo, divulgar novos episódios.
”Uma grande diferença do podcast para o blog é que as emissoras rapidamente perceberam no primeiro um bom potencial comercial”, diz Alex Primo. As principais rádios e redes de televisão do mundo já oferecem sua programação em podcast. Vários sites de jornais e revistas contam com podcasts de seus articulistas, comentaristas ou entrevistados.
MIL E UMA UTILIDADES
Mas não apenas os meios de comunicação detectaram o potencial da nova tecnologia. Nos Estados Unidos, padres produzem godcasts (god, em inglês, significa Deus), e políticos, como a senadora Hillary Clinton, jogam na rede seus discursos usando essa ferramenta. Em janeiro, o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, também adotou os podcasts como meio de divulgação. Até como material pedagógico eles estão sendo usados. “Durante a feira de ciências do Paraná, um grupo de crianças de escola pública fez assim a cobertura online do evento”, conta Eziquiel Menta, especialista em tecnologias da educação, convidado pelo Ministério da Educação para ensinar podcast para 10 mil professores da rede pública. Menta já havia produzido uma radionovela com seus alunos, utilizando o podcast. “As possibilidades são enormes”, diz.
Como virar ouvinte
Quem não tem um tocador de MP3 portátil pode desfrutar a novidade em seu computador mesmo, com um programa que reproduza arquivos de áudio, como o Real Player ou o Winamp. Para começar, é preciso instalar um programa agregador de RSS, um sistema de distribuição de arquivos que permite o download automático de todos os seus podcasts preferidos, como o iTunes ou o iPodder (confira a lista completa em nosso site). Ele será capaz de ler os endereços XML, uma linguagem parecida com o HTML dos sites comuns, mas que permite verificar atualizações constantemente. Com o programa instalado, é só visitar os diretórios de podcast disponíveis na rede, escolher os que deseja e fazer a assinatura, inserindo o endereço XML no seu agregador. Depois, é só abrir o arquivo com o tocador de MP3 de seu computador.

Dos dois lados: além de ouvinte, a dentista Bia Kunze produz seu próprio programa, o “Pod Sem Fio”

“Podcast não tem gênero. Quer coisa mais masculina do que falar de Fórmula 1?”
Versão 5 -Projeto Wanted in África - A que foi online
21 de fevereiro de 2006

Eu tentei , por várias vezes, amenizar a tal da paleta de cores inspirada na bandeira da ¬°frica do Sul.
A versão 5, utiliza o conjunto de cores , com ênfase para verde eamarelo. Grande problema à vista, a empresa brit‚Äönica possuía planos de lançar o projeto an América do Sul, e o carro chefe, era Brasil.
Eu disse bem, possuía. Basta um movimento errado, para tudo se desfazer.




