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Episódio 28 – Google Sky e IPhone

Google Sky.

O serviço que antes funcionava apenas como complemento do software Google Earth agora pode ser acessado diretamente pelo browser.Sem exigir nenhum tipo de download ou cadastro, o Google Sky exibe constelações, planetas e galerias de fotos feitas por telescópios espaciais como o Hubble.O serviço online oferece diferentes visualizações em ultravioleta, infra-vermelho, raio-x e microondas e está disponível em 26 idiomas, incluindo o português brasileiro.

Para experimentar, clique neste link.

O acervo de imagens capturadas em diversos observatórios cobre 100 milhões de estrelas e 200 milhões de galáxias, segundo o Google. O Google adicionou um novo recurso ao Google Earth chamado Sky, que permite explorar o espaço e ver as estrelas a partir de determinados pontos da Terra.Com a nova função, os usuários podem usar o Google para observar maravilhas astronômicas como a Nebulosa do Caranguejo (Crab Nebula), os restos em expansão de uma supernova que fica a 6,3 mil anos-luz da Terra.Marcas nas fotos das estrelas puxam textos explicativos da enciclopédia online Wikipedia. Sobreposições mostram constelações inteiras, como a de Leão, ilustram as fases da Lua e mostram como os planetas visíveis da Terra orbitam ao longo de dois meses.O acervo de imagens cobre 100 milhões de estrelas e 200 milhões de galáxias, segundo o Google. Embora muitas das imagens já estejam disponíveis online, o Google quer torná-las mais acessíveis pelo Google Earth, até então focado em imagens de satélite da Terra. O projeto saiu da área de engenharia do Google em Pittsburgh, Pensilvânia.“Aproxime-se de galáxias a milhões de anos-luz de distância, explore constelações, veja os planetas em movimento, testemunhe supernovas; é como ter uma telescópio virtual gigante sob o seu comando – seu planetário pessoal”, escreveu Lior Ron, gerente de produtos do Google, no blog do time de Google Earth e Google Maps.O Google Sky usa imagens em alta resolução de diversos observatórios espaciais, incluindo o Space Telescope Science Institute, o Sloan Digital Sky Survey, o Digital Sky Survey Consortium, o Palomar Observatory (da CalTech), o Astronomy Technology Center, no Reino Unido, o Anglo-Australian Observatory, além do telescópio espacial Hubble, da NASA.Para usar o serviço, é preciso fazer um novo download do Google Earth. O software é gratuito para usuários individuais, mas tem uma versão paga, o Earth Enterprise, que permite às empresas anexar suas próprias informações às imagens de satélite e guardar as informações no seu próprio servidor.

Google Sky.

O serviço que antes funcionava apenas como complemento do software Google Earth agora pode ser acessado diretamente pelo browser.Sem exigir nenhum tipo de download ou cadastro, o Google Sky exibe constelações, planetas e galerias de fotos feitas por telescópios espaciais como o Hubble.O serviço online oferece diferentes visualizações em ultravioleta, infra-vermelho, raio-x e microondas e está disponível em 26 idiomas, incluindo o português brasileiro.

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O acervo de imagens capturadas em diversos observatórios cobre 100 milhões de estrelas e 200 milhões de galáxias, segundo o Google. O Google adicionou um novo recurso ao Google Earth chamado Sky, que permite explorar o espaço e ver as estrelas a partir de determinados pontos da Terra.Com a nova função, os usuários podem usar o Google para observar maravilhas astronômicas como a Nebulosa do Caranguejo (Crab Nebula), os restos em expansão de uma supernova que fica a 6,3 mil anos-luz da Terra.Marcas nas fotos das estrelas puxam textos explicativos da enciclopédia online Wikipedia. Sobreposições mostram constelações inteiras, como a de Leão, ilustram as fases da Lua e mostram como os planetas visíveis da Terra orbitam ao longo de dois meses.O acervo de imagens cobre 100 milhões de estrelas e 200 milhões de galáxias, segundo o Google. Embora muitas das imagens já estejam disponíveis online, o Google quer torná-las mais acessíveis pelo Google Earth, até então focado em imagens de satélite da Terra. O projeto saiu da área de engenharia do Google em Pittsburgh, Pensilvânia.“Aproxime-se de galáxias a milhões de anos-luz de distância, explore constelações, veja os planetas em movimento, testemunhe supernovas; é como ter uma telescópio virtual gigante sob o seu comando – seu planetário pessoal”, escreveu Lior Ron, gerente de produtos do Google, no blog do time de Google Earth e Google Maps.O Google Sky usa imagens em alta resolução de diversos observatórios espaciais, incluindo o Space Telescope Science Institute, o Sloan Digital Sky Survey, o Digital Sky Survey Consortium, o Palomar Observatory (da CalTech), o Astronomy Technology Center, no Reino Unido, o Anglo-Australian Observatory, além do telescópio espacial Hubble, da NASA.Para usar o serviço, é preciso fazer um novo download do Google Earth. O software é gratuito para usuários individuais, mas tem uma versão paga, o Earth Enterprise, que permite às empresas anexar suas próprias informações às imagens de satélite e guardar as informações no seu próprio servidor.

Canais do YouTube.

Quando você se torna um membro do YouTube, o site dá um canal pessoal para você. O canal tem as divisões indicadas para fazer uma pequena descrição pessoal, miniaturas dos vídeos carregados, os membros a quem você se conectou, vídeos de outros membros colocados como favoritos, lista de membros que são seus amigos e assinantes e uma seção onde outras pessoas podem comentar sobre seu canal. É possível visitar o canal pessoal de outro membro clicando no seu nome. Aqui, você consegue visualizar todos os vídeos do YouTuber e também os vídeos que ele colocou como favoritos. Também é possível visualizar os outros membros que o YouTuber assinou. Os canais pessoais permitem explorar o YouTube como uma rede social em vez de um simples banco de dados de vídeo – é possível encontrar usuários que gostam do mesmo tipo de vídeo que você e descobrir o que eles assistem.Quando você cria uma conta, seu canal pessoal é uma área digital improdutiva – todas as seções estão vazias. Felizmente, o YouTube facilita a mudança do canal pessoal a um destino virtual atraente. Depois de preencher as informações no seu perfil, você pode ajustar o esquema de cores do seu canal.———————————-

IPHONE versão 2.0 firmware hackeada

O iPhone Dev Team conseguiu fazer um hack na versão Beta do firmware do iPhone que saiu junto com o SDK. O processo usado é o Project Pwnage, que cria um arquivo .ispw modificado com todos os hacks para você poder instalar qualquer programa no seu iPhone, seja ele oficial ou não.

Leia mais em Digital Drops e Gizmodo.